Sociedade de Psicanálise no Rio de Janeiro     •      Telefones: Barra da Tijuca {21} 3149 3375      Ipanema {21} 2266 3300

AGENDA

atividades de 2020

S. Freud: O mal-estar na cultura (1930)

Coordenação: Andrea Junqueira

(Psicanalista, Membro Titular e Coordenadora Geral da Formação Freudiana)
Horário: Terça-feira, das 14h30 às 16h. (semanal)
Modalidade: Curso ao vivo, à distância.

A aproximação com O mal-estar na cultura (1930) se torna imprescindível para pensarmos a crise mundial em que estamos mergulhados.
Lembramos, não por acaso, que este escrito foi produzido entre duas Guerras Mundiais, após a epidemia da gripe espanhola e quando o Nazismo ganhava força representativa no Parlamento Alemão. Um fato histórico marcante nesta época foi a crise de 1929, conhecido como um dos maiores colapsos na economia mundial com desoladoras consequências.
No momento atual se abrem questões sobre o enfrentamento de situações extremas como a pandemia do Corona vírus e a intensificação das crises sociais e econômicas.
A morte e as rupturas dos laços afetivos nunca se tornaram tão próximas de nós.
Freud traz o homem confrontado com experiências radicais, vindas do sofrimento no corpo, pela hostilidade do mundo externo e com a insatisfação na relação com o outro. A agressividade também se revela como uma outra face da existência, o homem não é bom por natureza.
Há algo de revolucionário na teoria e na clínica psicanalítica, quando nos é apresentado um campo de indeterminação entre duas forças: Eros e Thanatos.
A pulsão de morte se apresenta como um obstáculo à cultura e esta estaria a serviço de Eros.
As incertezas emergem implacavelmente, expõem a experiência trágica da condição humana.
O humano habita neste paradoxo, entre as exigências da vida social e da vida pulsional.
Surgem expressões infinitas dessa angústia na nossa clínica atual e sempre aprendemos com Freud, definido por Ítalo Calvino, ” como aquele que nunca esgota o que tem a dizer aos seus leitores”.

Bibliografia:

– Freud, S.: O mal-estar na cultura ( 1930 )
Cultura, Sociedade, Religião O mal-estar na cultura e outros escritos.( 2020) Editora Autêntica

– Freud, S : Por que a guerra ? ( 1932) – Cultura, Sociedade, Religião
O mal-estar na cultura e outros escritos ( 2020)
Editora Autêntica

– Enriquez, Eugene: Da horda ao Estado – A Psicanálise do vínculo social. Ed. Zahar 1983

– Birman, Joel: Mal-estar na Atualidade. A Psicanálise e as novas formas de subjetivação. Ed.Civilização Brasileira. 2020

– Birman, Joel: Arquivos do Mal-estar e da Resistência. Ed. Civilização Brasileira.2017.

– Derrida, Jacques : Estados- da- alma. Ed.Escuta.

– Derrida, Jacques e Roudinesco, Elizabeth: De que amanhã…( capítulo Elogio da psicanálise).
Ed.Zahar

– Zaltzman, Narhalie : A pulsão anarquista. São Paulo: Escuta, 1993.

Observação: durante o curso poderão ser incluídas outras leituras.

 

 

 

 

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Rio de Janeiro

Barra da Tijuca
Av. das Américas, 500
(Downtown) Bloco 21 / loja 143.
Telefone: {21} 3149 3375

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Rua Visconde de Pirajá, 111/ sala 213.
Telefone: {21} 2266 3300

 

Instituição Psicanalítica fundada em 1992

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S. Freud: O mal-estar na cultura (1930) – Formação Freudiana

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S. Freud: O mal-estar na cultura (1930)

Coordenação: Andrea Junqueira

(Psicanalista, Membro Titular e Coordenadora Geral da Formação Freudiana)
Horário: Terça-feira, das 14h30 às 16h. (semanal)
Modalidade: Curso ao vivo, à distância.

A aproximação com O mal-estar na cultura (1930) se torna imprescindível para pensarmos a crise mundial em que estamos mergulhados.
Lembramos, não por acaso, que este escrito foi produzido entre duas Guerras Mundiais, após a epidemia da gripe espanhola e quando o Nazismo ganhava força representativa no Parlamento Alemão. Um fato histórico marcante nesta época foi a crise de 1929, conhecido como um dos maiores colapsos na economia mundial com desoladoras consequências.
No momento atual se abrem questões sobre o enfrentamento de situações extremas como a pandemia do Corona vírus e a intensificação das crises sociais e econômicas.
A morte e as rupturas dos laços afetivos nunca se tornaram tão próximas de nós.
Freud traz o homem confrontado com experiências radicais, vindas do sofrimento no corpo, pela hostilidade do mundo externo e com a insatisfação na relação com o outro. A agressividade também se revela como uma outra face da existência, o homem não é bom por natureza.
Há algo de revolucionário na teoria e na clínica psicanalítica, quando nos é apresentado um campo de indeterminação entre duas forças: Eros e Thanatos.
A pulsão de morte se apresenta como um obstáculo à cultura e esta estaria a serviço de Eros.
As incertezas emergem implacavelmente, expõem a experiência trágica da condição humana.
O humano habita neste paradoxo, entre as exigências da vida social e da vida pulsional.
Surgem expressões infinitas dessa angústia na nossa clínica atual e sempre aprendemos com Freud, definido por Ítalo Calvino, ” como aquele que nunca esgota o que tem a dizer aos seus leitores”.

Bibliografia:

– Freud, S.: O mal-estar na cultura ( 1930 )
Cultura, Sociedade, Religião O mal-estar na cultura e outros escritos.( 2020) Editora Autêntica

– Freud, S : Por que a guerra ? ( 1932) – Cultura, Sociedade, Religião
O mal-estar na cultura e outros escritos ( 2020)
Editora Autêntica

– Enriquez, Eugene: Da horda ao Estado – A Psicanálise do vínculo social. Ed. Zahar 1983

– Birman, Joel: Mal-estar na Atualidade. A Psicanálise e as novas formas de subjetivação. Ed.Civilização Brasileira. 2020

– Birman, Joel: Arquivos do Mal-estar e da Resistência. Ed. Civilização Brasileira.2017.

– Derrida, Jacques : Estados- da- alma. Ed.Escuta.

– Derrida, Jacques e Roudinesco, Elizabeth: De que amanhã…( capítulo Elogio da psicanálise).
Ed.Zahar

– Zaltzman, Narhalie : A pulsão anarquista. São Paulo: Escuta, 1993.

Observação: durante o curso poderão ser incluídas outras leituras.

 

 

 

 

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